sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Hora da Família 2014 - “A Espiritualidade cristã na Família: um casamento que dá certo.

E-mailImprimirPDF
Hora da Família 2014
“A Espiritualidade cristã na Família: um casamento que dá certo” Hora da Família 2014
A Comissão Nacional da Pastoral Familiar - CNPF organismo vinculado a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB lança o subsídio "Hora da Família" ano 2014.
O tema deste ano é: "A Espiritualidade cristã na Família: um casamento que dá certo".
O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares para a Semana Nacional da Família que, este ano será de 10 a 16 de agosto.
O "Hora da Família" ano 2014 contém sete roteiros para Encontros de Família, abrangendo os temas que vão desde a Sagrada Família de Nazaré até a participação na Eucaristia Dominical, desde a espiritualidade do casal/família até os desafios da sociedade, explicitando como e porque a espiritualidade cristã constitui um recurso para a família, um bem que enriquece a convivência quotidiana, lançando uma ponte entre a rotina e as tarefas quotidianas e o desígnio de Deus que atualiza, a cada dia e em cada circunstância, sua aliança de amor para conosco.
O "Hora da Família" traz, além disso, dez roteiros para momentos de celebração tais como: Dia das Mães, dos Pais, dos Avós, para o Aniversário de Casamento, mas também roteiros para viver bem o XIV Congresso Nacional de Pastoral Familiar, que se realizará em São Luís - MA, e o Sínodo sobre Família, a Copa do Mundo, as eleições, a Campanha da Fraternidade e uma ajuda para a família nas horas difíceis.
A Semana Nacional da Família é um evento anual, teve o início em 1992 e faz parte do calendário da maioria das paróquias do Brasil. O subsídio começou a ser editado desde a vinda do Papa João Paulo II ao Brasil, em 1994 e passou a ser publicada anualmente. Atualmente está em sua 18ª edição.
A Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar já faz a pré-venda do subsídio da CNPF. Para adquirir ligue para (61) 3443-2900, envie seu pedido para o e-mailvendas@cnpf.org.br ou acesse o site www.lojacnpf.org.br.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

QUITANDINHA ACOLHE NOVAMENTE OS CASAIS EM 2ª UNIÃO


Grupo de casais que participaram do retiro em
Quitandinha
Aconteceu nos dias 19 e 20 de outubro, na paróquia Senhor Bom Jesus da Cana Verde em Quitandinha, o 7º Retiro Espiritual para Casais em 2ª União da diocese de São José dos Pinhais. Pela segunda vez o Padre Lauro e a comunidade acolhem os casais em 2ª união que vieram de toda a diocese realizando juntamente com a comissão diocesana de Pastoral Familiar mais um retiro onde mais nove casais foram acolhidos pela igreja e experimentaram o Amor de Deus e a misericórdia divina.

Agora estes casais serão acompanhados pelos casais pilotos da pastoral familiar e todos são convidados a integrar as equipes da pastoral familiar nas comunidades.




Momentos vividos no retiro para
casais em 2ª união






quinta-feira, 17 de outubro de 2013

FORMAÇÃO NO SETOR 2 ABORDA A CATEQUESE FAMILIAR

Bosco fala sobre os pais catequistas
Com a participação de 58 agentes de Pastoral Familiar do Setor 2 vindos das cidades de Piên, Rio Negro, Quitandinha, Mandirituba e de Agudos do Sul da Diocese de São José dos Pinhais foi realizado no dia 29 de setembro de 2013, na Paróquia Nossa Senhora Conceição, em Agudos do Sul um encontro de formação de agentes de Pastoral Familiar do Setor 2 cujo tema foi a Evangelização das Famílias com destaque para a Catequese Familiar. O Dc. Sebastião Zacarias Rosa, Assessor da Pastoral Familiar no Setor 2 acolheu a todos indicando que o eixo principal da formação seria a questão da transmissão da fé pelos pais. O Dc. Lourival Goll, Assessor Diocesano da Pastoral Familiar se referiu a Assembleia de Maringá que elegeu como prioridade a partir de 2014 o tema escolhido para esta formação. O casal Ricardo e Vanderli reforçou a necessidade da articulação entre a pastoral catequética e a pastoral familiar enfatizando que os encontros com os pais dos catequizandos é uma rica oportunidade de interagir família e catequese. Foi comentado o nº 36 da exortação apostólica familiaris consortio que diz que “os pais, que transmitiram a vida aos filhos, têm uma gravíssima obrigação de educar a prole e, por isso, devem ser reconhecidos como seus primeiros e principais educadores. Esta função educativa é de tanto peso que, onde não existir, dificilmente poderá ser suprida. Com efeito, é dever dos pais criar um ambiente de tal modo animado pelo amor e pela piedade para com Deus e para com os homens que favoreça a completa educação pessoal e social dos filhos. A família é, portanto, a primeira escola das virtudes sociais

Agentes de Pastoral assistem a palestra do casal
Ricardo e Wanderlei


de que as sociedades têm necessidade”. O casal Bosco e Eunides, do INAPAF, afirmou que os pais são convidados a serem os primeiros catequistas dos seus filhos e a catequese no lar é missão confiada por Deus aos pais que os chama para serem discípulos e dá a eles a graça e o poder que necessitam para essa missão. O desafio primeiro dos pais está no lar: evangelizar-se; evangelizar o relacionamento do casal e, com autoridade e poder, evangelizar os filhos. O cumprimento dessa missão inicia-se com a decisão de escutar e responder ao chamado de Deus e, então, apropriar-se dos recursos disponíveis para realizarem a catequese.




Dc. Lourival fala sobre a transmissão da fé  


terça-feira, 17 de setembro de 2013

ASSEMBLEIA REGIONAL DA PASTORAL FAMILIAR EM MARINGÁ

Dom Orlando Brandes comnenta
sobre os progressos alcançados
pela Pastoral Familiar no Paraná

Dom Anuar Batistti aborda o tema
família transmissora da fé.
 

Com o tema: Família transmissora de fé e o lema: “Comunicamos o que vimos e ouvimos do Verbo da Vida” 1 Jo, 1,3 foi realizado de 13 a 15 de setembro de 2013, no Centro de Formação Bom Pastor em Maringá a 2ª Assembleia do Regional Sul 2 da Pastoral Familiar. O bispo referencial do Regional Sul 2, Dom Orlando Brandes,  ao abrir a Assembleia falou dos progressos alcançados pela Pastoral Familiar no Estado do Paraná como o trabalho conduzido pelas Províncias, o boletim regional, a criatividade nos trabalhos das dioceses e ainda reforçou a necessidade do diálogo com os movimentos familiares. O Padre Rafael Solano de Arquidiocese de Londrina abordou o tema do Ano da Fé convocando os casais a abrir e atravessar a porta da fé, saindo do deserto e readquirindo o gosto de proclamar “eu creio” e testemunhar que “nós cremos”. Em seguida Dom Anuar Battisti, arcebispo de Maringá, falou sobre a família transmissora da fé afirmando que já no início do cristianismo, a família cristã aparece como transmissora de fé que começa no batismo e é alimentada através dos sacramentos.


A prioridade escolhida para a Pastoral Familiar no regional Sul 2 para os próximos 3 anos foi a evangelização das famílias com destaque para a catequese familiar, grupos de reflexão e a juventude. O novo casal coordenador regional eleito foi o Jorge e a Sandra da diocese de Apucarana. A diocese de São José dos Pinhais foi representada por 4 casais e um dos seus Assessores Eclesiásticos, o Dc. Lourival Goll
Casais da diocese de São José
juntamente com D. Orlando e
Padre Rafael Solano

Novo casal coordenador Regional
Jorge e Sandra da diocese de
Apucarana


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

SEJA O PRIMEIRO CATEQUISTA DO SEU FILHO

Estamos divulgando o livro "Seja o primeiro catequista do seu filho" de autoria do nosso querido casal coordenador nacional do INAPAF, Bosco e Eunides. Este material pode nos ajudar no trabalho junto a Catequese Familiar que foi tema dos encontros setoriais em Araucária e Piraquara e será tema no encontro setorial de Agudos do Sul no próximo dia 29/09, inclusive com a presença dos autores desta obra. A obra é um guia prático, pedagógico e de fácil compreensão para contribuir no ensino da catequese inicialmente pelos pais. O livro auxilia na relação entre família e catequese, que são responsáveis pela formação baseada nos ensinamentos de Jesus Cristo. Você pode adquirir este livro nas Livrarias Ave Maria ou pelo link: http://www.avemaria.com.br/produto/1456-sejaoprimeirocatequistadoseufilho

terça-feira, 3 de setembro de 2013

DEBILITAÇÃO DA VIDA DE FÉ PROVOCOU A CRISE MATRIMONIAL

O Arcebispo de Corrientes (Argentina), Dom Andrés Stanovnik, exortou os argentinos a recuperar a vida de fé porque a falta desta foi o que provocou a debilitação da instituição matrimonial e do respeito pela vida humana.
"
Os sintomas mais profundos da crise do matrimônio cristão e da família temos que buscá-los na debilitação da vida de fé (...). Essa fragilidade sobrevém com uma per-da gradual da visão cristã da vida, neste caso da vida conjugal e familiar, causada por múltiplos fatores, entre os quais de-vemos colocar uma certa inconsistência na formação cristã e, em consequência, uma escassa prática da vida de fé", assi-nalou durante o Encontro Regional da Pastoral Familiar do Nordeste Argentino (NEA). Dom Stanovnik indicou que esta debilita-ção da vida de fé também está trazendo consequências na vida sacerdotal e consagrada. "
Quando esta diminui, a vida em vez de expandir-se, se volta sobre si mes-ma e, como consequência, padece também o entusiasmo pela missão, que sempre su-põe sair ao encontro, deixar a própria margem, e ‘navegar mar dentro’. A fé só cresce e se fortalece acreditando, quer di-zer, colocando-a em prática", indicou. Em sua exposição "
Estilo pastoral no Ano da Fé", o Arcebispo de Corrientes assegu-rou que "reavivar a fé significa devolver-lhe uma nova vitalidade. Posto que a fé é acima de tudo dom e não produto de es-tratégias pastorais, é necessário suplicá-lo. Tanto o Papa Bento XVI como o Papa Francisco, coincidem na importância primitiva da oração e da adoração". "
Se observamos o coro das virtudes, não apenas as ‘grandes’ virtudes –as virtudes teologais (fé, esperança e caridade) e as cardeais (prudência, fortaleza, justiça, moderação)– mas também a multidão das ‘pequenas’ virtudes da vida cotidiana (ordem, pontualidade, laboriosidade, aten-ção ao outro, disponibilidade à escuta, sinceridade, gratidão, reconhecimento, etc.), vemos que as bases humanas de tais virtudes residem no ‘humus’ de uma vida familiar em que cada um se orienta ao outro em ‘um certo modo’, que chamamos precisamente ‘familiar’, caracterizado pe-lo dom recíproco", sublinhou. Por isso, exortou os fiéis "
a encarar uma Pastoral Familiar que acompanhe às famílias e as ajude a ser ‘lugar afetivo’ e cultural no que se geram e transmitem os valores comunitários e cristãos mais sóli-dos e se aprende a amar e a ser amado".