quinta-feira, 4 de junho de 2015

7ª PEREGRINAÇÃO E 5º SIMPÓSIO NACIONAL DA FAMÍLIA

No dia 30 de maio aconteceu o 5º Simpósio Nacional da Família em Aparecida do Norte que reuniu mais de 2.000 famílias no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida do Santuário Nacional. O tema do simpósio foi: O amor é nossa missão. A família plenamente viva.
Durante o simpósio houve momentos de debates, palestra e celebrações sempre procurando refletir sobre a missão da família. A família está no centro das preocupações e das reflexões da Igreja e está em eventos importantes da igreja como o Encontro Mundial das Famílias com o papa Francisco, em setembro em Filadélfia/Estados Unidos e também no Sínodo dos Bispos que acontecerá em outubro.
Dom João Bosco de Souza, Presidente da
Comissão Episcopal para a Vida apresentou o tema: Anunciar o Evangelho da Família e afirmou que o que sustenta as famílias é o amor que Jesus ensinou e viveu.

Cinco ônibus da diocese de São José dos Pinhais levaram agentes de pastoral familiar para participar destes eventos.













segunda-feira, 25 de maio de 2015

ENCONTRO COM AGENTES DE PASTORAL FAMILIAR ABORDA O PÓS MATRIMÔNIO

No dia 24 de maio foi realizado um encontro com 25 agentes de Pastoral Familiar na paróquia Nossa Senhora Aparecida, no Guatuê, em São José dos Pinhais abordando o tema Pós matrimônio. O Setor Pós Matrimonial trabalha a preparação para a vida de casado e familiar a partir do casamento. O encontro foi conduzido pelo casal Roberto e Izolete, coordenador diocesano do Setor Pós matrimônio e  teve  o objetivo de fornecer subsídios para que os agentes tenham uma visão mais ampla do setor pós matrimonial e dos desafios a serem enfrentados no acompanhamento de casais. Foi apresentada uma visão geral do setor pós matrimônio, oportunidades de trabalho, as possibilidades de articulações com outras forças da igreja e no final foi proposto às paróquias Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora Auxiliadora (Piraquara) que fizessem um planejamento
para o trabalho com o setor pós matrimonial (objetivos geral e específicos, recursos, conteúdos avaliação).

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Catequese Papa: "É hora dos pais reassumirem plenamente o seu papel educativo

Na Catequese desta quarta-feira, 20 de maio, o papa Francisco fala sobre a educação dos filhos.

Confira a reflexão na íntegra:

Hoje, queridos irmãos e irmãs, desejo dar-vos as boas vindas porque vi entre vocês tantas famílias, bom dia a todas as famílias! Continuamos a refletir sobre família. Hoje nos concentraremos em refletir sobre uma característica essencial da família, ou seja, a sua vocação natural para educar os filhos para que cresçam na responsabilidade de si e dos outros. Aquilo que ouvimos do apóstolo Paulo, no início, é tão belo: "Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isso agrada ao Senhor. Pais, deixai de irritar vossos filhos, para que não se tornem desanimados" (Col 3, 20-21). Esta é uma regra sábia: o filho que é educado a escutar os pais e a obedecer aos pais, os quais não devem operar de maneira bruta, para não desanimar os filhos. Os filhos, de fato, devem crescer sem se desanimar, passo a passo. Se vocês pais dizem aos seus filhos: "Vamos subir nessa escada" e pegam a mão deles e passo após passo os fazem subir, as coisas irão bem. Mas se vocês dizem: "Vá em frente!" – "Mas não posso" – "Vá!", isso se chama irritar os filhos, pedir aos filhos as coisas que não são capazes de fazer. Por isso, a relação entre pais e filhos deve ser de uma sabedoria, de um equilíbrio tão grande. Filhos, obedeçam aos pais, isso agrada a Deus. E vocês pais, não irritem os filhos, pedindo-lhes coisas que não podem fazer. E isso é necessário ser feito para que os filhos cresçam na responsabilidade de si e dos outros.

Pareceria uma constatação óbvia, mas mesmo nos nossos tempos não faltam as dificuldades. É difícil educar para os pais que veem os filhos somente à noite, quando voltam para casa cansados do trabalho. Aqueles que têm a sorte de ter um trabalho! É ainda mais difícil para os pais separados, que estão pesarosos com esta condição: coitados, tiveram dificuldade, se separaram e tantas vezes o filho é tomado como um refém e o pai fala mal da mãe e a mãe fala mal do pai, e isso faz tanto mal. Mas eu digo aos pais separados: nunca, nunca, nunca tomem o filho como refém! Vocês se separaram por tantas dificuldades e motivos, a vida deu essa prova a vocês, mas os filhos não sejam os que levam o peso dessa separação, não sejam usados como reféns contra o outro cônjuge, cresçam ouvindo que a mãe fala bem do pai, embora não estejam juntos, e que o pai fala bem da mãe. Para os pais separados, isso é muito importante e muito difícil, mas podem fazê-lo.

Mas, sobretudo, a pergunta: como educar? Quais tradições temos hoje para transmitir aos nossos filhos?

Intelectuais "críticos" de todo tipo silenciaram os pais de mil modos, para defender as jovens gerações de danos – verdadeiros ou presumidos – da educação familiar. A família foi acusada, entre outros, de autoritarismo, de favoritismo, de conformismo, de repressão afetiva que gera conflitos.

De fato, se abriu uma fratura entre família e sociedade, entre família e escola, o pacto educativo hoje se rompeu; e assim, a aliança educativa da sociedade com a família entrou em crise porque foi ameaçada a confiança recíproca. Os sintomas são muitos. Por exemplo, na escola, foram afetadas as relações entre os pais e os professores. Às vezes, há tensões e desconfiança recíproca, e as consequências naturalmente caem sobre os filhos. Por outro lado, se multiplicaram os chamados "especialistas", que ocuparam o papel dos pais também nos aspectos mais íntimos da educação. Sobre a vida afetiva, sobre personalidade e o desenvolvimento, sobre direitos e sobre deveres, os "especialistas" sabem tudo: objetivos, motivações, técnicas. E os pais devem somente escutar, aprender e se adequar. Privados do seu papel, esses se tornam muitas vezes excessivamente apreensivos e possessivos nos confrontos com seus filhos, até não os corrigir nunca: "Você não pode corrigir o filho". Tendem a confiá-los sempre mais aos "especialistas", também sobre os aspectos mais delicados e pessoais da vida, colocando-os no canto sozinhos; e assim os pais hoje correm o risco de se auto-excluir da vida os seus filhos. E isso é gravíssimo! Hoje, há casos deste tipo. Não digo que acontece sempre, mas há. A professora na escola reprova o menino e faz uma anotação para os pais. Eu recordo um acontecimento pessoal. Uma vez, quando eu estava na quarta série, disse uma palavra feia para a professora e ela, uma mulher brava, chamou minha mãe. Ela foi no dia seguinte, falaram entre si e depois fui chamado. E minha mãe, diante da professora, me explicou que aquilo que eu fiz foi uma coisa ruim, que não se devia fazer; mas a mãe o fez com tanta doçura e me pediu para pedir perdão diante dela à professora. Eu o fiz e depois fiquei contente porque disse: terminou bem a história. Mas aquele era o primeiro capítulo! Quando voltei pra casa, comecei o segundo capítulo...Imaginem vocês, se a professora faz uma coisa desse tipo, no dia seguinte os dois pais ou um deles a reprova, porque os "especialistas" dizem que as crianças não devem ser repreendidas assim. As coisas mudaram! Portanto, os pais não devem se auto-excluir da educação dos filhos.

É evidente que esta abordagem não é boa: não é harmônica, não é dialógica e em vez de favorecer a colaboração entre a família e as outras agências educativas, as escolas, as palestras...as contrapõem.

Como chegamos a esse ponto? Não há dúvidas de que os pais, ou melhor, certos modelos educativos do passado tinham alguns limites, não há dúvida. Mas é também verdade que há erros que somente os pais são autorizados a fazer, porque podem compensá-los de um modo que é impossível a qualquer outro. Por outro lado, sabemos bem disso, a vida se tornou mesquinha de tempo para falar, refletir, confrontar-se. Muitos pais são "sequestrados" pelo trabalho – pai e mãe devem trabalhar – e por outras preocupações, envergonhados por novas exigências dos filhos e pela complexidade da vida atual – que é assim, devemos aceitá-la como é – e se encontram meio que paralisados pelo medo de errar. O problema, porém, não é só falar. Antes, um "dialoguismo" superficial não leva a um verdadeiro encontro da mente e do coração. Perguntemo-nos, em vez disso: procuramos entender "onde" os filhos estão verdadeiramente em seu caminho? Onde está realmente a alma deles, sabemos? E sobretudo: queremos saber? Estamos convencidos de que esses, na realidade, não esperam outra coisa?

As comunidades cristãs são chamadas a oferecer apoio à missão educativa das famílias, e o fazem antes de tudo com a luz da Palavra de Deus. O apóstolo Paulo recorda a reciprocidade dos deveres entre pais e filhos: "Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isso agrada ao Senhor. Pais, deixai de irritar vossos filhos, para que não se tornem desanimados" (Col 3, 20-21). Na base de tudo está o amor, aquele que Deus nos dá, que "não falta com respeito, não procura o próprio interesse, não fica com raiva, não faz conta do mal recebido...tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Cor 13, 5-6). Mesmo nas melhores famílias é preciso suportar-se e é preciso tanta paciência para se suportar! Mas a vida é assim. A vida não se faz em laboratório, se faz na realidade. O próprio Jesus passou pela educação familiar. Também nesse caso, a graça do amor de Cristo leva à realização isso que está inscrito na natureza humana. Quantos exemplos maravilhosos temos de pais cristãos cheios de sabedoria humana! Esses mostram que a boa educação familiar é a coluna vertebral do humanismo. A sua irradiação social é o recurso que permite compensar as lacunas, as feridas, os vazios de paternidade e maternidade que tocam os filhos menos afortunados. Essa irradiação pode fazer autênticos milagres. E na Igreja acontecem todos os dias estes milagres!

Desejo que o Senhor dê às famílias cristãs a fé, a liberdade e a coragem necessárias para a sua missão. Se a educação familiar encontra o orgulho do seu protagonismo, muitas coisas mudarão para melhor, para os pais incertos e para os filhos desiludidos. É hora dos pais e das mães retornarem do seu exílio – porque se exilaram da educação dos filhos – e reassumirem plenamente o seu papel educativo. Esperamos que o Senhor dê aos pais esta graça: de não se auto-exilar na educação dos filhos. E isto somente o amor, a ternura e a paciência podem fazer.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

VISITA DA COMISSÃO DIOCESANA À PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS DORES EM ARAUCÁRIA


A comissão diocesana de Pastoral Familiar representada pelo casal coordenador diocesano em visita às paróquias de nossa diocese esteve no dia 16 de maio na paróquia Nossa Senhora das Dores em Araucária e foi recebida pelo casal coordenador paroquial Sergio e Iza. A reunião visava conhecer a organização da comissão paroquial, suas dificuldades e repassar as oportunidades de trabalho pastoral para a equipe.  A  equipe paroquial é composta de 21 casais e a comissão paroquial esta estruturada de acordo com o organograma previsto no diretório de Pastoral Familiar, ou seja, além do casal coordenador fazem parte da comissão, o vice coordenador, os casais coordenador do pré matrimônio Douglas e Vanessa, pós matrimônio Nelson e Duzolina e dos casos especiais José e Célia e Agnaldo e Simone. 
A comissão paroquial participa ativamente nas reuniões do Setor 1 e dos eventos oferecidos pela comissão diocesana e setorial. 

quinta-feira, 7 de maio de 2015


ENCONTRO DE AGENTES DE PASTORAL FAMILIAR DAS PARÓQUIAS DE QUATRO BARRAS, PIRAQUARA e  SÃO JOSÉ DOS PINHAIS (Gatupê e Borda do Campo).
TEMA: PÓS MATRIMÔNIO

 

Dia 24 de maio de 2015

Local: Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Guatupê)

 
 
 
 
 
Início: 7h30 com a Santa Missa
Término: 12h.
Inscrições: Fone 3557.2842 Dionísio/Eli.

 

 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

ENCONTROS DE NAMORADOS NA DIOCESE DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS


A realização de encontros de namorados está se tornando um costume na diocese de São José dos Pinhais. Em 2014, as equipes de Pastoral Familiar foram motivadas a promover estes eventos durante o mês de junho e o resultado foi positivo. Muitas comunidades mobilizaram os jovens casais de namorados trazendo a consciência cristã sobre a vivência do namoro.  Sejamos todos motivados novamente para que em 2015 os encontros de namorados já façam parte do planejamento paroquial do mês de junho podendo-se fazer a articulação da equipe de Pastoral Familiar com a Pastoral da Juventude com a visita dos casais de pastoral familiar aos grupos de jovens para divulgação do evento e o convite para aqueles jovens que já estão namorando. Os métodos mais comuns utilizados em encontros de namorados são as palestras, testemunhos da época de namoro dos casais da pastoral familiar, conversas em pequenos grupos monitorados por casais da pastoral familiar, etc., pode-se fazer também uma encenação que ajude aos casais de namorados a entender  qual o sentido e a beleza do namoro cristão. Nos intervalos das atividades pode-se desenvolver dinâmicas e também conversas em grupo sobre os temas desenvolvidos.

Namoro é tempo de conhecer e escolher. O namoro é este belo tempo de saudável relacionamento entre jovens, onde, conhecendo-se mutuamente, eles vão descobrindo e fazendo uma grande escolha. A preparação para o casamento começa no namoro. Todo relacionamento humano só terá sentido se implicar no crescimento dos envolvidos. De modo especial no namoro e no casamento, isto é fundamental.

A comissão diocesana de Pastoral Familiar poderá ajudar fornecendo subsídios para as paróquias realizarem este evento. Entrar em contato pelo e-mail: pf.saojose@yahoo.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2015

DIOCESE DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS REALIZA O 10º RETIRO PARA CASAIS EM 2ª UNIÃO EM FAZENDA RIO GRANDE


Nos dias 21 e 22 de março de 2015 na paróquia São Gabriel da Virgem Dolorosa, na Fazenda Rio Grande, aconteceu o 10ª Retiro diocesano para casais em 2ª união. Participaram 21 casais néos sendo 19 casais recasados e mais 2 casais pilotos. Além dos casais da Paróquia que acolheu o retiro também estiveram presentes casais das paróquias Nossa Senhora das Graças de Piên, Bom Jesus de Mandirituba, Nossa Senhora da Conceição de Agudos do Sul e Nossa. Senhora dos Remédios de Araucária. As equipes diocesana e paroquial não pouparam seus esforços para bem acolher a todos os participantes. A Exortação Apostólica Familiaris Consortio que aborda a missão da família cristã no mundo de hoje, no nª 84 convoca a igreja a ajudar os divorciados, procurando, com caridade solícita, que eles não se considerem separados de Igreja, podendo, e melhor, devendo, enquanto batizados, participar de sua vida. Reze por eles a Igreja, encorajando-os, mostre-se mãe misericordiosa e sustente-os na fé na esperança.